sábado, 11 de junho de 2011

  O mês de maio foi o periodo em que nós do terceiro 02, começamos a falar sobre a 2° fase do modernismo, e o livro "A morte e a morte de Quincas Berro D' Água"  do autor Jorge Amado, foi uma das obras apresentadas sobre essa fase.


A morte e a morte de Quincas Berro D' Água
   
  O livro “A morte e a morte de Quincas Berro D’ Água” é considerado uma das mais importantes obras da literatura brasileira, o livro conta história de Joaquim Soares da Cunha, um cidadão casado e com filhos, que levou uma vida simples como funcionário público.
  Um dia Quincas resolve mudar seu destino, e assim, abandona a família para viver como um vagabundo, entregando-se aos vícios, especialmente o da  bebida, quando recebe o apelido de Quincas Berro D'água..
  A sua primeira morte é descoberta por uma amiga de Quincas, quando foi visitá-lo em seu quarto sujo, e comprovada por um médico. Seus familiares resolvem esquecer o passado vergonhoso, e para resgatar a memória respeitável de Joaquim, providenciam um velório.
  Mas quando seus amigos de bebedeiras chegam ao velório e encontram o defunto com um sorriso, acham que o homem está vivo, arrastando seu corpo para uma noite de farra. Lembram-se de uma festa que teria se Quincas não tivesse morrido. Depois de carregar o morte pela cidade, os amigos chegam a tal festa, que seria em um barco. Como já era de costume ver Quincas sempre bêbado e jogado pelo chão, ninguém nem desconfiou que ele poderia estar morto. E é junto de sua suposta namorada que Quincas “comemora” a festa. Alguns percebem que ele esta meio triste, porém não param a festa.
  Até que uma tempestade esta por vim, e o dono do barco resolve voltar para a cidade, só que alguns raios caem no mar, e Quincas sem condições de poder se segurar acaba caindo. Os amigos bêbados acabam achando que o homem havia se jogado na água e se matado.
  A partir daí surge a grande controvérsia: Para a família, Joaquim morrera de causas naturais; para os amigos, Quincas tirou a própria vida ao atirar-se nas águas do mar, pois temia ser enterrado num caixão.

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