sábado, 11 de junho de 2011

Dom Casmurro

  Dom casmurro é o melhor livro que eu pude ler até hoje, trás mistérios e alguns enigmas pra desvendar. O melhor dessa obra é que o autor te deixa sem saber de quem é o filho de Capitu, se é de Escobar ou de Bentinho que é quem conta a sua historia de vida.

  Bentinho, Dom Casmurro, nobre e calado consigo mesmo. Inocente crianças, planejavam o futuro juntos,Bentinho e Capitu imaginavam se casar e formar uma família um dia . Isso se não se tornasse padre. Mas não teve jeito, quando completou quinze anos de idade, sua mãe o mandou para o seminário, e para não magoá-la,Bentinho a obedeceu. A despedida com Capitu foi comovente, mas Bentinho prometeu que sempre viria visitá-la. E assim fez. No seminário, conheceu Escobar, um rapaz bonito, olhos verdes, inteligente e muito curioso. Com a convivência juntos no seminário se tornaram grandes amigos.       Passavam-se dia, meses no seminário e Bentinho ia de vez em quando à vila onde mora, visitar Capitu e sua família.  Tempos se passaram e essa amizade com Escobar foi ficando cada vez mais forte. Quando completou vinte anos de idade, viu que ser padre realmente não era sua vocação, e os chefes do seminário o liberaram para sair. Foi para uma cidade do Rios de Janeiro, onde morou por alguns anos, e se formou em direito. Depois de formado, um advogado muito bom e respeitado, voltou para sua casa onde morava desde a infância. Capitu e sua família morriam de saudades. Como prometido desde pequeno, Bentinho pediu Capitu em casamento. Os dois se casaram, pois aquele era um grande amor puro e verdadeiro desde a infância. Escobar casou-se com a melhor amiga de Capitu, Sancha. Capitu e Bentinho, Escobar e Sancha foram morar numa mesma cidade, em bairros próximos, no Rio de Janeiro.

 
Escobar e Sancha tiveram um filho lindo, e Capitu e Bentinho ficaram maravilhados, sentiam uma certa inveja pois queriam um filho também. Mas Bentinho não poderia dar esta alegria à Capitu. Inconformada, Capitu, depois de alguns anos apareceu grávida, mas Bentinho achou estranho esse filho que Capitu esperava. Ficou muito feliz, porém desconfiado de que aquele filho que sua mulher esperava, não fosse seu. Alguns meses se passaram, o filho nasceu, deram o nome de Ezequiel, era uma dádiva na vida de Capitu e Bentinho. Os anos foram se passando e a desconfiança de Betinho aumentava cada vez mais. Ezequiel era ,muito parecido com Escobar no jeito e na aparência.

 
Até que um dia sentou à mesa com Capitu e teve uma conversa séria sobre isso. Capitu negava, e falava dissimuladamente, diante daquela situação. Não conformado, Bentinho foi ate uma farmácia onde comprou um veneno do rato, que iria despejar o pó dentro do café e dar para Ezequiel beber. Esse era um jeito de acabar com toda essa angustia que sentia no peito, mas quando Ezequiel chegou, e Bentinho ia dando a xícara para o menino tomar, seu amor por ele falou mais alto, e não consegui fazer acontecer a tragédia. Quando Ezequiel saiu da cozinha, Bentinho pensou em tomar o café com o veneno, mas o medo venceu, e pensou que nada se resolveria com isso. A convivência de Bentinho e Capitu, Escobar e Sancha era muito amigável e muito unida. Tempos se passaram, Escobar tinha mania de entrar num mar que tinha perto de sua casa, isso era uma forma de passar o tempo. Porém, certo dia quando Escobar entrou no mar, se descontrolou, não soube nadar e morreu afogado.   

  Essa notícia de que Escobar estava morto, foi muito angustiante para Bentinho. No enterro Sancha chorava desesperadamente e Capitu a consolava e segurava para não chorar também. O estranho era que Capitu estava com um olhar mais triste do que Sancha no enterro de seu marido. Depois da morte de Escobar, e alguns anos passados, Ezequiel já estava moço e igualzinho a Escobar.Porém Bentinho já convicto de que não era seu filho de sangue, o tratava como tal. Anos depois Capitu adoeceu, não resistiu e morreu. A dor que Bentinho sentiu da perda de sua amada, era inexplicável. Logo em seguida Ezequiel acabou morrendo também. Sancha, mulher do finado Escobar, também morre em seguida. No final dessa história de muitas descobertas e mortes, só restou Bentinho, que depois de perder todas as pessoas queridas na sua.sua vida, ainda tinha duvidas sobre quem era o pai de Ezequiel.

Canaã

Canaã é um dos livros que mais gosto, até por que trás muito da realidade, da pobreza e da descriminação, que muitos ainda cometem e vivem hoje em dia, e foi  por isso que resolvi postar um pequeno resumo do que acontece nessa história.
  Canaã conta a história de Milkau e Lentz, dois jovens imigrantes alemães que se estabelecem em Porto do Cachoeiro, ES. Amigos e antagônicos ao mesmo tempo, Milkau é a integração e a paz, admirando o Novo Mundo, Lentz é a conquista e a guerra, pensando no dia que a Alemanha invadirá e conquistará aquela terra. Ainda assim, ambos se unem e trabalham juntos na terra e prosperam. Mais tarde aparece Maria, filha de imigrantes pobres, que é abandonada ao léu quando morre seu protetor e lhe abandona o amante, que pensava ser seu futuro marido. Vagando, tomada como louca e prostituta, é rejeitada até na igreja antes de ser salva por Milkau, quem conheceu uma vez em uma festa e vai morar numa fazenda. Lá continua a ser maltratada até que um dia seu filho é morto por porcos e ela é acusada de infanticídio. Na cadeia Milkau passa a visitá-la enquanto ela é repudiada pela cidade inteira. Por fim a salva com uma fuga no meio da noite. A história em si é apenas pano de fundo para as discussões ideológicas entre Milkau e Lentz, somando-se a isto retratos da imigração alemã e da corrupta administração brasileira da época


Graça Aranha

   Escritor e diplomata, José Pereira da Graça Aranha nasceu em São Luís, MA, em 1868 e morreu no Rio de Janeiro em 1931. Em 1902, quando de sua publicação, ‘Canaã’, um dos raros romances simbolistas da história literária brasileira, teve um sucesso exemplar. Levando-se em conta que, quatro anos antes, seu autor havia sido um dos membros fundadores da Academia Brasileira de Letras, instituição que buscava dar unidade à literatura do país, pode-se avaliar o prestígio de Graça Aranha na elite intelectual da época. O que não se conseguia imaginar é que esse escritor fosse aderir ao movimento liderado pelos modernistas, oferecendo a eles o respaldo de uma seriedade intelectual da qual eles ainda não desfrutavam perante o público. Mas Graça Aranha, autor de um drama encenado em Paris, não apenas contribuiu com a semana, fazendo um discurso de apresentação no Teatro Municipal de São Paulo que investia contra as academias e escolas que arbitravam as regras do bom gosto e do bom-senso: em 1924, em conferência na própria Academia Brasileira de Letras, desligou-se dessa instituição, alegando que sua criação fora um erro, já que ela não era capaz de admitir ‘‘as forças ocultas do nosso caos’’, referindo-se, certamente, aos ideários modernistas. 
 Graça Aranha escreveu algumas obras como: Canaã, Malazarte, A Estética da Vida, Espírito Moderno, Futurismo (manifesto de Marinetti e seus companheiros), A Viagem Maravilhosa e O manifesto dos mundos sociais.




Carlos Drummond de Andrade

  Carlos Drummond de Andrade nasceu em Minas Gerais, na cidade de Itabira. Fez lá seus primeiros estudos e em 1918 se mudou para Friburgo e passou a estudar no inernato do Colégio Anchieta. Um ano depois é expulso após um incidente com o professor de português. Drummond de Andrade se forma em Farmácia a família exigia um diploma; ele nunca exerceu a profissão) e passa a lecionar História e Geografia e sua cidade natal, mas em 1934 assume um cargo público no governo Vargas. Burocrata toda a vida (se aposentou em 1962, mas sempre foi organizado), quando da morte do poeta toda sua obra que seria publicada postumamente estava bem organizada. Em 1945 tornou-se co-diretor do jornal do comunista Luís Carlos Prestes e depois passou a trabalhar no então Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Drummond foi cronista depois de aposentado (antes também, mas principalmente depois) e era preocupado com a profissionalização do escritor, tendo ajudado diversas fundações para a classe. Além de cronista, o autor também fez contos e escreveu um livro infantil ilustrado por Ziraldo. Mas é como poeta que ele se destaca. Sua obra Alguma Poesia, de 1930, inaugura a segunda fase do Modernismo. Nela aparecem muitas características da primeira fase, como o poema-piada, mas começam a aparecer preocupações sociais e políticas, como a crítica aos regimes de exclusão então em pleno vapor e crescendo. A partir de 1962 surgem poesias com tendências concretistas até, mas o melhor seria exemplificar como o próprio autor divide e classifica suas poesias e as temáticas destas: o indivíduo, a terra natal, a família, os amigos, o choque social, o conhecimento amoroso, a poesia em si, exercícios lúdicos e uma visão (ou tentativa de) existência. Outras características de sua obra incluem um fino humor, uma angústia diante da morte, a capacidade de surpreender o leitor e a monotonia da vida. 

Cecília Meireles


  A obra poética de Cecília Meireles ocupa lugar singular na história das letras brasileiras por não pertencer a nenhuma escola literária. Alta expressão da poesia feminina brasileira, inclui-se entre os grandes valores da literatura de língua portuguesa do século XX. Cecília Meireles nasceu no Rio de Janeiro RJ em 7 de novembro de 1901. Órfã muito cedo, foi educada pala avó materna e diplomou-se professora pelo Instituto de Educação em 1917. Viajou pela Europa, Estados Unidos e Oriente e logo dedicou-se ao magistério. No exercício da profissão, participou ativamente do movimento de renovação do sistema educacional brasileiro. Fundou, em 1934, a primeira biblioteca infantil do país e, de 1936 a 1938, lecionou literatura luso-brasileira, técnica e crítica literária na universidade do então Distrito Federal. Ensinou na Universidade do Texas (1940) e colaborou na imprensa carioca, escrevendo sobre folclore, tema de sua especialidade. Depois de um começo neoparnasiano, com o volume Espectros, 17 sonetos de tema histórico, lançado em 1919, publicou dois livros de poemas de inspiração nitidamente simbolista: Nunca mais... o poema dos poemas (1923) e Baladas para el-rei (1925). De 1922 em diante foi atraída pela recentemente deflagrada revolução modernista. Aproximou-se do grupo literário Festa, ao qual não chegou porém a pertencer, mantendo a independência que sempre a caracterizou. Foi com Viagem (1938), premiado pela Academia Brasileira de Letras depois de um acalorado debate suscitado pelo modernismo, que se deu a afirmação plena das qualidades que caracterizam a obra de Cecília Meireles: intimismo, lirismo, tendência ao misticismo e ao universal, e retorno à fonte popular, em versos de grande beleza e perfeição formal. A partir desse livro, firmou-se sua integração ao modernismo, como resultado de uma evolução estética e pessoal que iniciou-se no parnasianismo, passou pelo sombolismo e assimilou técnicas herdadas dos clássicos, dos gongóricos, dos românticos e dos surrealistas. Cecília Meireles reafirmou a importância de sua contribuição à poesia da língua portuguesa em vários outros livros, entre eles Vaga música (1942); Mar absoluto (1945); Retrato natural (1949); Doze noturnos da Holanda (1952); Romanceiro da Inconfidência (1953); Metal rosicler (1960); Poemas escritos na Índia (1962); Solombra (1964) e Ou isto ou aquilo (1964). Em português clássico, a autora serviu-se de todos os metros e ritmos com a mesma flexibilidade, a fim de construir uma obra ao mesmo tempo pessoal e universal. Morreu em 9 de novembro de 1964, no Rio de Janeiro.


  Macunaíma
 Entre um assunto e outro na matéria de literatura, a professora Lindamir, nos mostrou um filme chamado “Macunaíma” uma história surrealista que conta sobre um  herói preguiçoso, e sem caráter. Macunaíma nasceu em meio à mata, já grande, e só começou a falar aos seus seis anos de idade, prova cabal de sua preguiça. Esse personagem, durante o filme, representa o brasileiro. Seus jeitos e trejeitos, suas expressões e seus diálogos cômicos, suas atitudes e confissões. Macunaíma, de negro, se transforma em branco e do sertão migra para a cidade com os irmãos, buscando um compêndio de todas as vivências e aventuras possíveis no país. Macunaíma vive várias aventuras na cidade de forma zombeteira, conhecendo e amando guerrilheiras e prostitutas, enfrentando vilões milionários, policiais, personagens de todos os tipos. Cada personagem na obra e sua relação com o protagonista se identificam a uma metáfora de alguma das estruturas sócias do Brasil.
  Em Macunaíma, filmes produzidos em 1969 por Joaquim Pedro de Andrade têm a expressão cinematográfica da obra de Mário de Andrade. O filme retrata com ardente fidelidade cenário, mitos, passagens, diálogos, costumes e representações. Todos elementos foram retirados e inspirados da obra textual do poeta modernista brasileiro.

A Língua do nhem, de Cecília Meireles

 No segundo bimestre, conhecemos algumas poesias, e entre elas esta " A língua do nhem" da autora Cecília Meireles. Junto da poesia fizemos algumas brincadeiras relacionadas a língua do nhem, brincamos de  mimíca, imitando alguns animais e depois imaginamos cada um destes dentro da poesia.

Havia uma velhinha
que andava aborrecida
pois dava a sua vida
para falar com alguém.


E estava sempre em casa
a boa velhinha
resmungando sozinha:
nhem-nhem-nhem-nhem-nhem-nhem...


O gato que dormia
no canto da cozinha
escutando a velhinha,
principiou também


a miar nessa língua
e se ela resmungava,
o gatinho a acompanhava:
nhem-nhem-nhem-nhem-nhem-nhem...


Depois veio o cachorro
da casa da vizinha,
pato, cabra e galinha
de cá, de lá, de além,


e todos aprenderam
a falar noite e dia
naquela melodia
nhem-nhem-nhem-nhem-nhem-nhem...


De modo que a velhinha
que muito padecia
por não ter companhia
nem falar com ninguém,


ficou toda contente,
pois mal a boca abria
tudo lhe respondia:
nhem-nhem-nhem-nhem-nhem-nhem...

 Dentro da segunda fase do modernismo, visto no segundo bimestre, pelo terceiro ano 02, além das obras, podemos saber um pouco da característica de cada autor, e de todos o que mais me chamou a atenção foi Jorge Amado, já que foi apresentado apenas duas obras dele, dentre todas as apresentações. E foi por isso que resolvi pesquisar e contar um pouco da vida do autor dentro da literatura.
   
Jorge Amado
  Jorge Leal Amado de Faria nasceu em 1912, em Itabuna, no Estado da Bahia. Foi um dos mais importantes escritores brasileiros do século XX, com obras traduzidas em dezenas de idiomas e adaptadas com sucesso para o cinema, o teatro e a TV.
  Amado foi superado (em número de vendas) apenas por Paulo Coelho, mas, em seu estilo – o romance ficcional -, não há paralelo no Brasil. Ele é o autor mais adaptado da televisão brasileira. Escritor profissional viveu exclusivamente dos direitos autorais de seus livros. Recebeu no estrangeiro os seguintes prêmios: Prêmio Internacional Lênin (Moscou, 1951); Prêmio de Latinidade (Paris, 1971); Prêmio do Instituto Ítalo-Latino-Americano (Roma, 1976); Prêmio Risit d’Aur (Udine, Itália, 1984); Prêmio Moinho, Itália (1984); Prêmio Dimitrof de Literatura, Sofia – Bulgária (1986); Prêmio Pablo Neruda, Associação de Escritores Soviéticos, Moscou (1989); Prêmio Mundial Cino Del Duca da Fundação Simone e Cino Del Duca (1990); e Prêmio Camões (1995).
  No Brasil: Prêmio Nacional de Romance do Instituto Nacional do Livro (1959); Prêmio Graça Aranha (1959); Prêmio Paula Brito (1959); Prêmio Jabuti (1959 e 1970); Prêmio Luísa Cláudio de Sousa, do Pen Club do Brasil (1959); Prêmio Carmen Dolores Barbosa (1959); Troféu Intelectual do Ano (1970); Prêmio Fernando Chinaglia, Rio de Janeiro (1982); Prêmio Nestlé de Literatura, São Paulo (1982); Prêmio Brasília de Literatura – Conjunto de Obras (1982); Prêmio Moinho Santista de Literatura (1984); prêmio BNB de Literatura (1985).
  Recebeu também diversos títulos honoríficos, nacionais e estrangeiros, entre os quais: Comendador da Ordem Andrés Bello, Venezuela (1977); Commandeur de l’Ordre des Arts et des Lettres, da França (1979); Commandeur de la Légion d’Honneur (1984); Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia (1980) e do Ceará (1981); Doutor Honoris Causa pela Universidade Degli Studi de Bari, Itália (1980) e pela Universidade de Lumière Lyon II, França (1987). Grão Mestre da Ordem do Rio Branco (1985) e Comendador da Ordem do Congresso Nacional, Brasília (1986).
  Foi membro correspondente da Academia de Ciências e Letras da República Democrática da Alemanha; da Academia das Ciências de Lisboa; da Academia Paulista de Letras; e membro especial da Academia de Letras da Bahia.
  Jorge Amado morreu em Salvador, no dia 6 de agosto de 2001. Foi cremado, e suas cinzas foram enterradas no jardim de sua residência, na Rua Alagoinhas, em 10 de agosto, dia em que completaria 89 anos.
  O mês de maio foi o periodo em que nós do terceiro 02, começamos a falar sobre a 2° fase do modernismo, e o livro "A morte e a morte de Quincas Berro D' Água"  do autor Jorge Amado, foi uma das obras apresentadas sobre essa fase.


A morte e a morte de Quincas Berro D' Água
   
  O livro “A morte e a morte de Quincas Berro D’ Água” é considerado uma das mais importantes obras da literatura brasileira, o livro conta história de Joaquim Soares da Cunha, um cidadão casado e com filhos, que levou uma vida simples como funcionário público.
  Um dia Quincas resolve mudar seu destino, e assim, abandona a família para viver como um vagabundo, entregando-se aos vícios, especialmente o da  bebida, quando recebe o apelido de Quincas Berro D'água..
  A sua primeira morte é descoberta por uma amiga de Quincas, quando foi visitá-lo em seu quarto sujo, e comprovada por um médico. Seus familiares resolvem esquecer o passado vergonhoso, e para resgatar a memória respeitável de Joaquim, providenciam um velório.
  Mas quando seus amigos de bebedeiras chegam ao velório e encontram o defunto com um sorriso, acham que o homem está vivo, arrastando seu corpo para uma noite de farra. Lembram-se de uma festa que teria se Quincas não tivesse morrido. Depois de carregar o morte pela cidade, os amigos chegam a tal festa, que seria em um barco. Como já era de costume ver Quincas sempre bêbado e jogado pelo chão, ninguém nem desconfiou que ele poderia estar morto. E é junto de sua suposta namorada que Quincas “comemora” a festa. Alguns percebem que ele esta meio triste, porém não param a festa.
  Até que uma tempestade esta por vim, e o dono do barco resolve voltar para a cidade, só que alguns raios caem no mar, e Quincas sem condições de poder se segurar acaba caindo. Os amigos bêbados acabam achando que o homem havia se jogado na água e se matado.
  A partir daí surge a grande controvérsia: Para a família, Joaquim morrera de causas naturais; para os amigos, Quincas tirou a própria vida ao atirar-se nas águas do mar, pois temia ser enterrado num caixão.